Neste domingo, a Macedônia elegeu seu novo presidente, o candidato conservador Georgi Ivanov. O pleito é considerado chave para o futuro do país no cenário internacional, que almeja o ingresso na UE (união Europeia) e na Otan.
Para tanto, será necessária a resolução de outra pendência, que presegue o país desde sua independência, em 1991: a objeção grega quanto ao uso do nome Macedônia, que os gregos consideram parte exclusiva de seu patrimônio nacional.
Outro dado que cham a atenção na eleição foi a baixa participação da população, de 40,24% - é necessária a adesão de 40% do elitorado para o pleito valer. A explicação está no baixo comparecimento às urnas da minoria albanesa, que corresponde a um quarto da população da Macedônia, e se sente pouco representada no poder do país. A UE acompanhou de perto a votação no país candidato a ingressar no bloco.
A relação com essa minoria será de suma importância para o futuro do país no cenário internacional, tanto quanto a resolução de sua histórica pendência com a Grécia.
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